RESUMO TREINAMENTO ENGENHARIA – ÁREAS E CERCAS

Thalyta Rocha de Oliveira
Thalyta Rocha de Oliveira
  • Para explicação, utilizaremos um exemplo de um ponto (perímetro) em formato de polígono.
  • Os pontos ficam armazenados na Biblioteca de Pontos Embarcados.

  • Pela longitude do ponto embarcado, conseguimos ter algumas informações sobre a estrutura do ponto. 
  • Locations: Os valores informados, se referem as pontas do polígono, usado como exemplo.

  • LowerRightCorner: É uma informação que todos os pontos terão, exceto os pontos em formato de círculo. O próprio GO cria internamente na Biblioteca um formato que irá sobrepor todo o ponto (no caso do polígono, por exemplo, é criado em cima daquele ponto, o formato de um retângulo). Ou seja, o polígono, tem que ser maior que o retângulo criado pelo GO. Isso facilita, na hora do Hardware, pegar se o equipamento vai entrar naquele ponto ou não. (ESSA INFORMAÇÃO NÃO É CRIADA PELO USUÁRIO)

- Geo0bjectGroupID: Indica qual grupo aquele ponto pertence. 

OBS: Dentro de uma mesma empresa, podem haver vários grupos. 

  • Enterheading: Indica a forma de entrada ponto (EX: Norte, Sul, Leste, Oeste). 

É possível ver essa informação dentro da roda dos ventos em “ÁREAS NO GO” .

Se estiver como H_ALL – Significa que ele pode entrar com qualquer direção.

  • Em um equipamento, onde tem essas duas informações: Enterheading e multipleheadings, a Multipleheadings sempre será a mais importante como base de informação, pois se trata de uma informação mais atualizada.

  • Máscaras configuradas no Multipleheadingd: Para configuração dessas máscaras, se é somada as direções dos pontos que você quer acrescentar. E esse valor somado, a própria plataforma já irá colocar no arquivo Multipleheadingd.
  • O número 0 em específico significa que essa configuração, está desligada no Multipleheadingd, ou seja, deve-se considerar a informação do Enterheading
  • OBS: Toda vez que falamos, de qual a DIREÇÃO DE ENTRADA DO PONTO, a gente tem que considerar a direção que o VEÍCULO está CHEGANDO nesse ponto.

OBS: Caso tenha dúvida sobre a somatória dos pontos cadastrados, colocar os valores registrados na calculadora, no modo PROGRAMADOR e ir somando as direções + borda.

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CONFIGURAÇÃO DE BORDA: 

  • Configuração com Borda Cadastrada: Só irá informar que o veículo entrou no ponto se o mesmo estiver adentrado na borda com a direção cadastrada. 
  • Se não tiver nenhuma Borda Cadastrada: Irá informar que ele entrou no ponto, à partir do momento que ele se mover com o veículo, dentro do ponto em alguma direção cadastrada.

  • GeoPlaylitsenter: Significa, configuração de áudio/playlist de ENTRADA no ponto cadastrado.

  • GeoPlaylistExit: Significa, configuração de áudio/playlist da SAÍDA do ponto cadastrado.

  • Nas ações (actions) do geoPlaylistEnter temos a lista de áudios habilitados que estão rodando por ondem de prioridade seguindo a fila. 
  • No channel temos a informação por onde esse áudio está saindo, neste caso do exemplo, “AC_SPEAKER” significa que está saindo através do TD80.

Pelo audioID conseguimos pegar o código do áudio e conferir na Biblioteca de Multimídia, qual áudio está sendo tocado, através do URL, colocando no navegador para tocar.

  • Pelo pacote de Status é possível ver se todos os áudios daquela biblioteca que o veículo recebeu, foram devidamente baixados. Caso não tenha sido baixado toda a biblioteca, o ideal é enviar uma nova biblioteca para aquele veículo, ou apagar os arquivos multimídia que automaticamente o GO enviará uma nova biblioteca para ser efetuado o download. 
  • É importante analisar pelo pacote REP o volume do áudio, ele tem que estar sempre em 100%.

  • - O áudio de velocidade, é um áudio dinâmico, ele vai variar de acordo com o Grupo e o tipo de operação do equipamento.

  • Para identificar qual velocidade o veículo está falando ou analisar o porque não está falando, devemos primeiro analisar o TIPO DE OPERAÇÃO.

  • Através do pacote REP, digitando OPERATION, você consegue ter a informação do tipo operacional atual. Pegando o valor pela opção actualOperationTypeID, é possível ver dentro da Biblioteca de Tipo de Operação, qual o valor dele.

  • Nos Grupos de Operações, dentro dele, temos os Grupos de Objetos, conforme mostrado no exemplo da imagem abaixo:

  • Pesquisando pelo Grupo, conseguimos ter a informação da velocidade máxima que ele irá considerar, também temos a informação em chuva

OBS: Se, o ponto desse veículo, não pertencer a nenhum Grupo, ele NÃO VAI TOCAR ESSE ÁUDIO, PORQUE ELE NÃO VAI ACHAR O GRUPOID. 

OBS: Se esse arquivo, estiver sem nenhum arquivo de TIPO DE OPERAÇÃO, ele também NÃO VAI TOCAR ESSE ÁUDIO DE VELOCIDADE, por que ele também não vai achar qual o tipo de operação que ele tinha que ter, e pra aquele tipo de operação, qual a velocidade do grupo. 

(Normalmente isso acontece quando aparece aqueles casos em que o TD fala: “- Cerca eletrônica à frente, reduza a velocidade para... KM/h.”) – ELE NÃO FALA O VALOR.

  • A quantidade que cabe dentro do geoObjectGroups é de 2.000, se estiver A MAIS que esse valor, pode dar problema pois, ele não vai conseguir achar o Grupo e provavelmente irá tocar o áudio errado. Passou desse ponto (2.000), não funciona, ele para de identificar qualquer outro ponto que, tiver qualquer outro áudio que fosse depender dessa velocidade limite.
  • Assim como também, existem os limites de ponto dentro de cada área

Exemplo de Polígonos ou áreas circulares:

Para vias:

Para Rotas:

Exemplo Prático: “Na EAB é comum acontecem chamados como – Passaram de 100.000 polígonos, em uma biblioteca própria de pontos. (É tanto polígono, que nem o GO consegue abrir esse arquivo, quando se tentar abrir, ele já aparece a opção de fazer o download automático). Então, se pegar uma biblioteca que ela já tem mais que esse limite, já achamos o problema, pois ele ultrapassou o limite que o HARDWARE espera, então não vai funcionar.” – FALA DO BRUNO.

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continuando...

  • Essa geographcEventMask (Máscara de Evento), funciona de forma parecida com o Multipleheadings, porém ele irá informar quais eventos serão reportados pelo GO.

GE_CANCELLED_WITHOUT_STOP  = Representa os Tipos de eventos que o GO consegue mostrar.

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PRÉ-ALERTAS:

  • Pelo Pré-Alerta cadastrado conseguimos pegar a latitude e longitude para verificar o ponto dele dentro da Biblioteca de Pontos também.

  • Essa Máscara GE_DISABLE_EVENT_TX, que irá indicar que aquele ponto acima é um Pré alerta. Essa flag desabilita o evento de entrada no ponto, não assumindo o limite de velocidade para aquele ponto.

  • Por outro lado, temos a geoObjectPlaylistOnlyGroupId que, não irá reportar que o veículo entrou naquele ponto, não assumindo o novo limite de velocidade, não veremos isso no pacote de reposição, não receberemos o evento de entrada no ponto. 

Mas o condutor será avisado sobre o novo limite que vai estar à partir da entrada do próximo ponto dele.

É importante verifica também o tamanho do círculo / raio, por que por exemplo: 

  • Se o veículo passa por um pré-alerta em alta velocidade, pode acontecer do equipamento reportar a ele, somente antes e depois que ele passar pelo pré-alerta, considerando então como se ele não “tivesse entrado” naquele ponto. 

OBS: É um caso raro, mas pode acontecer.

EXEMPLO:

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REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS:

Resumo baseado no vídeo de treinamento: 

https://mxtcloud my.sharepoint.com/:v:/r/personal/igorcherubin_maxtrack_com_br/Documents/Arquivos%20d e%20Chat%20do%20Microsoft%20Teams/Treinamento%20de%20%C3%81reas%20(voltado%2 0ao%20lado%20do%20hw)-20240808_150234 Grava%C3%A7%C3%A3o%20de%20Reuni%C3%A3o%201%20(1).mp4?csf=1&web=1&e=vDCWz t&nav=eyJyZWZlcnJhbEluZm8iOnsicmVmZXJyYWxBcHAiOiJTdHJlYW1XZWJBcHAiLCJyZWZlcnJhb FZpZXciOiJTaGFyZURpYWxvZy1MaW5rIiwicmVmZXJyYWxBcHBQbGF0Zm9ybSI6IldlYiIsInJlZmVy cmFsTW9kZSI6InZpZXcifX0%3D

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